sábado, setembro 29, 2007
A(a) criança
sexta-feira, setembro 28, 2007
Dores irreversíveis
13/02/1982 - 27/09/2007.
A dor da perda é irreversível. Perda de alguém que se ama. As palavras são fúteis mas eu preciso de alguma forma para expressar a dor. Não alcançam a profundidade dos sentimentos, as palavras, mas meus sentimentos por esse amigo também não alcançaram os seus medos e inseguranças, porque nada do que dissemos nem nada do que passamos juntos fez ele mudar de idéia sobre a própria vida. Pode ser até que tenha dado a ele mais algum tempo... Sei que ele já vinha falando sobre essa vontade há mais de um ano; eu não acreditava que ele pudesse realmente enredar a própria morte. Estive pensando se ele não poderia ter esperado mais um pouquinho, passar mais algum tempo, para ver como a vida dele ia ficar, agora que estava independente, livre, como ele se sairia com uma casa toda para si, com esse tipo de liberdade, com nossa ajuda para pintar e decorar o ninho dele, das festas que poderíamos fazer e dos namorados que ele poderia levar para casa agora... Coisas que ele nunca pôde fazer antes.
Mas acho que ele veio esperando até aqui para que algo mudasse, e que o suicídio da mãe foi mesmo a gota dágua, a confirmação de que não havia mesmo esperança no mundo para ele e de que sempre a vida pode ficar pior.
A vida dele não era só mentalmente intensa, apesar de ele ter um intelecto privilegiado, ele amava cultura e todas as expressões artísticas, era uma pessoa que sabia ser e respeitar o ser alheio. E eu adorava nossas conversas, adorava sua companhia. Ele era minha dama de companhia, tinha a delicadeza e sutileza de uma outra mulher e a coragem e a sexualidade de um homem.
Mas inteligência peculiar somada à sensibilidade não é uma equação muito feliz na prática, todos os gênios sofrem. E ele era um gênio criativo que não tinha por onde se expressar; ele não acreditava que fosse capaz.
Passamos o reveillon desse ano juntos e se eu soubesse que era o nosso último, teria apertado tanto ele... Que não deixaria que ele fosse embora. Pessoas que não se repetem, não podem ser substituídas e que não vão estar aqui quando o meu sucesso chegar. E eu queria tanto que ele estivesse aqui quando o meu sucesso chegar. Quando eu tiver o meu ninho e puder fazer as minhas festas e puder gastar com os meus amigos, ele não vai mais estar aqui comigo.
E acho tão bruto, tão estúpido e tão frio alguém conseguir subir doze andares e se atirar lá de cima por vontade própria... Ao mesmo tempo que para ele pode ter sido a melhor das soluções, porque além de acabar com o sofrimento dele, ainda saiu por cima... Com todos sentindo saudades e lembrando das coisas boas sobre ele ao invés de ele se sentir como mais um miserável fracassado no mundo... E ele não podia ser mais um fracassado miserável no mundo, porque ele era especial. Mas não teve forças, não teve chance, não teve confirmações da vida de que ele realmente era isso. Por que a esperança não se apresenta para todas as pessoas??
Estou aqui, mais esperançosa do que nunca, com mais fome de viver do que nunca e muito, muito triste porque ele não vai estar segurando minha mão.
Adeus, Rodrag. Eu te amo. E neste momento, te odeio por ter feito isso.
quinta-feira, setembro 27, 2007
Uma mulher
quarta-feira, setembro 26, 2007
Todo homem
Na sua frente. E vc fica de cara.
Abaixar a cabeça e sair humilde, se perguntando... Como? Como foi, hein? Eu entendi direito? Milhões de motivos esfarrapados para a dor de consciência. Por que?
Women are the devil.
Ass. Romeu
sexta-feira, setembro 21, 2007
Tá engraçado
Tá engraçado... O fotolog cancelou minha conta por conta dessa foto, que eu, ao contrário deles, achei fantástica. Acho menos provável que um dos funcionários do flog tenha achado minha foto navegando pela web do que alguém ter relatado como foto ofensiva. Chamo isso de preconceito (só servem as bundas "photoshopadas" das capas das revistas everywhere, né?). E nossa, se for mesmo o caso, mais um caso de um lowlife solto por aí... Enfim. É intencional ficar repetindo os termos desse texto, porque é tão pouco rebuscado quanto as pessoas que merecem minha ira. Essa ira, hoje, se manifestou novamente quando eu, atrasada, me deparei com um dos lowlives. Queria parar o carro, ele estava saindo, eu estava na curva, aguardando, os carros eram obrigados a passar lentamente por minha causa e o sujeito estava no celular. Tranquilinho. Buzinei algumas vezes, até que demonstrei minha impaciência com um buzinadão. Olhei na cara do cara, pedi pra ele acelerar o processo. Ele balbuciou de dentro do carro dele: "Tá com pressa? Tá com pressa?", chegou o carro pra frente, desligou o motor, trancou a porta e saiu.terça-feira, setembro 11, 2007
Água até o pescoço
domingo, setembro 09, 2007
Questões territoriais versus necessidade de sedução
quinta-feira, setembro 06, 2007
Baterias
- elas são baterias recarregáveis do íon do lítio. (é um íon só?)
O eletrólito do polímero usado em baterias do polímero de lítio não é inflamável nem feito de uma cápsula de metal.
*
*
* imagina passar isso pro inglês?
domingo, setembro 02, 2007
clique
-Não permito a entrada de seres da Goecia neste site ou pessoas correlacionadas.
-Todo aquele que desejar navegar entre os escritos da autora o faz por livre e espontânea vontade, por sua liberdade assegurada de ir e vir entre todos os caminhos da vida garantindo, portanto, liberdade de expressão em retorno.
-Voodoo é prajacu, mas aqui não é permitido.
sábado, agosto 25, 2007
Bom para poder crescer
Estou perfeita para este momento. Meu corpo reflete meu interior, por isso preciso amá-lo e respeitá-lo, não restringi-lo. Meu universo se expande de diversas maneiras.
Malho pensando no que vou jantar mais tarde e me sinto à vontade para tomar um sorvete. Sorvetes são ótimos para curar várias coisas. Enganei meu cérebro com o açúcar, taça dupla de flocos. E como quase nunca como flocos, o desejo foi enorme. Mas controlei o desejo do sorvete com o chocolate.
Pensar que se está gorda é suicídio. Carne pesa. Músculo também. Cérebro pesa bastante, também a culpa... Usar adoçante é se lembrar, subliminarmente, do quanto se está gorda. Vou voltar a usar açúcar. Fico pensando numa amiga que tem uma dieta louca de gordura-cigarros-café e que é magérrima, gostosa. No dia que ela se tocar do próprio corpo e parar com essa alimentação insana, vai ficar horrível. Tem que continuar esquecendo do que come. E tasca toucinho, carne com batata frita, tudo o que ela gosta! A filosofia dela funciona. Comer sem pensar.
Pensamento libertador, não se pensar no que se come, não ver defeitos em todos os lugares, de tudo o que se quiser, de tudo um pouco. Sem repressões. O cérebro está acostumado a outros movimentos, mais negativistas. Estou tentando desprogramar as programações inúteis.
segunda-feira, agosto 20, 2007
To Love is an Act of Courage
To surrender to the other person's schemes and beliefs
you take years to build trust
so when the time comes that
you get to say that you really know someone
to know the exact thoughts by onl7 looking
into that person's eyes
-and so when that time comes you
can realy say that you loved someone-
then comes death, always
inappropriate, always too early or too
late
and takes it away from you
(DON'T YOU EVER LEAVE ME! CAN YOU HEAR ME?? DON'T YOU EVER DARE TO LEAVE ME!)
it is an act of courage
love is an act of courage
and so
if you have
the courage to ever love someone
you must know it was very brave of
you and
that
you've faced one of the greatest fears
which is
to lose someone you really love.
That's why I decided not to blame people when they decide not to be involved in people's lives in anyway. It hurts too much. Maybe we are better off. It's not an option for me, though...
domingo, agosto 12, 2007
A luta do milênio
Ultimate fighting entre Carson Gracie e Jesus Cristo. Quem vence?
Opção A
Jesus Cristo vence a luta porque Jesus consegue, orientalmente, convencê-lo que um combate físico não é o melhor caminho para nada na vida e faz Gracie desistir da luta. Saem de braços dados cantando "Como vovó já dizia".
Opção B
Gracie vence porque ensina a Jesus vários golpes que Jesus acha irados e converte Jesus ao Jiujitismo, daí que o mestre vence o discípulo na luta.
Opção C
A tentativa de Jesus de convencê-lo a não lutar só irrita mais ainda Gracie que beat the crap out of Jesus e Gracie vence.
Opção D
Com a estratégia de dar a outra face, Jesus vai acumulando raiva e a liberta em um único golpe contra Gracie, vecendo a luta.
Opção E
Algumas pessoas disseram crer que Jesus fosse mais poderoso, mas que em matéria de Ultimate Fighting não tem pra mais ninguém além de um Gracie.
Opção F
Jesus vence porque é filho de deus.
terça-feira, agosto 07, 2007
Alex Kidd Row
Meu sonho era morar numa casa e ter um cachorro.
Aí fomos morar em Rio Grande, RS, e fomos morar numa casa, tivemos uma cadelinha vira-lata durante nove meses, pra quem demos o nome de Pequena e que seguiu a gente até em casa, mas ninguém brincava com ela a não ser o meu pai e também não queríamos limpar o quintal. Mas a gente podia subir no telhado de casa e era bem legal.
Foi um ano muito massa aquele, porque eu andava no meio do mato fazendo trilhas, caminhando em cima dos troncos das árvores cortadas, colhendo folhas de eucalipto e pinhos para brincar de comidinha. A gente podia andar de bicicleta pelas ruas, porque não passava carro nenhum e podíamos ficar o dia inteiro na rua, para cima e para baixo sem nos preocuparmos com nada. Brincávamos o dia inteiro, da Rua 3 íamos para a Rua 2 jogar taco no meio da rua, enquanto não passava o ônibus que só passava de uma em uma hora. Da Rua 2 íamos para a Rua 5 encontrar outras crianças e da Rua 5 íamos para o Clube Galera.
Foi em Rio Grande que vi pela primeira vez um escorpião- e tinham muitos-, também foi a primeira vez que meu heart foi broken... Fui trocada porque eu tinha vergonha de dar beijo e não quis beijar o menino nem na bochecha, e eu era a-pai-xo-na-da por ele, o Gustavo (Gugu- o irmão dele mais novo estudava com o meu e o nome dele era Guigui. hehehe). Foi a primeira vez que fui traída pelos amigos, que armaram uma emboscada pro garoto mais nojento me dar um beijo na boca (ERCA)- daí acho que também foi a primeira vez que senti ódio de alguém que não fosse da minha família. E eu quis que a menina que roubou meu namorado, o Gugu, morresse. Não é que anos depois, ainda criança, ela morreu de câncer? Medo. Horrível destino de Taís.
Foi um ano intenso.
Mas foi maravilhoso. As músicas das festinhas eram “The time of my life”, “Hey Jude”, “London London”, “Astronauta de Prata” e aquela música árabe que virou moda de dançar. E eu tinha uma vizinha mais velha que era descendente de árabe e o nome dela era Sibila e nessa hora ela era a estrela da festinha e todo mundo dançava igual a ela.
Como somos engraçados e desgraçados nas nossas experiências de infância e adolescência.
Meios de mortes
Fico imaginando as pessoas daquele edifício na Barra da Tijuca que caiu... O olhar das pessoas que tinham apartamentos em volta daquele prédio que caiu... Saber que o deles estava intacto enquanto toda uma vida das outras pessoas (fotos, cartas de amor, livros, roupas, móveis, documentos, aparelhos eletrônicos, etc) estava desfeita em meio a escombros. O que aconteceu com essas pessoas? Que visão passaram a ter sobre a vida? Claro que há um leque de possibilidades... Nem todas as pessoas vão querer abrir mão da única coisa que sobrou do que possuíam; as memórias sobre o acidente são o restante de toda uma vida.
Quem são essas pessoas hoje em dia e como se comportam a cada nova conquista? Vibram como se não houvesse nada igual no mundo ou temem como se fossem morrer nova e definitivamente?
Eu não consigo imaginar e temo por elas. Temo os meus temores e temo os temores que inventei agora, imaginando que posso imaginar o que muitas dessas pessoas sentiram. Ainda não foram indenizadas e não há indenização no mundo que pague o que elas passaram. Eu afundaria no buraco mais ainda, porque acho que eu iria caçar o engenheiro responsável e acabaria com a vida dele também. Se eu conseguisse convencer todos os moradores sem teto a cometerem o crime comigo, não estaria sendo em legítima defesa de todo um grupo?
terça-feira, julho 24, 2007
Caos planejado
Queria não sofrer algumas interferências, como por exemplo, fazer uma guerra para conquistar a paz. Matar para poder viver. Mas acontece. I need to learn to let it go. E preciso aprender a perdoar os derrapes.
Não ser extremista, sabe? Não comer vaca todos os dias, mas também não virar vegan. Não beber coca-cola sempre, mas também não parar de beber coca, café. Bebe-se coca e café de um lado e fuma-se maconha e come-se chocolate do outro. O que quero dizer... Acelera-se o organismo e pisamos no freio, caminhamos por trombadas. As pessoas trepam para sair da depressão, mas isso não funciona para mim. O prazer do sexo me confunde nos planos de interações afetivas e esvazia minha alma, pois na relação não há troca, só há um dar e receber separadamente. O que resta depois do gozo é que me dá prazer como resultado do sexo e, quase sempre, o resultado é zero.
Para fora de mim é o caos. Dentro de mim existe um compartimento onde coloco cada detalhezinho interpretado e sentido. Por isso a exposição de mim é algo completamente diferente do que eu sinto dentro, que é essa completa resposabilidade sobre mim mesma e sobre os meus. O entendimento sobre causas e consequências e a constante pesquisa em observação sobre os mesmos.
Meu sono não acontece, eu não durmo. São todas as coisas ao mesmo tempo querendo acontecer. Mesmo dormindo, eu quero continuar em movimento. Preciso lembrar que é uma coisa de cada vez. Eu só poderia caminhar com os dois pés juntos se fosse coelho ou sapo.
sábado, julho 21, 2007
Trabalhos para Hércules
(- Ih, lá vem ela com aqueles ensinamentos loucos, entoados naquele tom professoral, querendo ensinar a todo mundo sobre as coisas que ela mesma não sabe... Sabe, cara, você sabe sobre o que está falando??
- Não, às vezes não sei sobre o que falo, mas cara... Quem é que tem o absoluto domínio sobre as situações? Me dá um tempo hoje, então, que não quero escutar o que você tem a dizer sobre a minha forma de compreender o mundo.)
*Fela Kuti berrando, tambores fazendo mexer o chacra básico.*
(- Me diz, professora, por que me sinto tão mal se não fiz nada de errado??)
Não é fácil para mim sair por aí borboleta nem gata, expondo esses meus lados animais. Ontem eu era as duas.
Parada junto à piscina, escutando a conversa dos outros, percebi a pilastra na qual apoiava meu corpo e senti um enorme prazer gelado, daí movimentei minha cabeça, de forma a acariciar o lado do rosto até o pescoço e braço e percebi, logo em seguida, não ser aquele um movimento de gente. Era movimento de gato. Rapidamente me recompus para que ninguém percebesse a transformação, mas sempre existem olhos e ouvidos por perto, alguém deve ter percebido a estranheza insólita. Foi uma noite muito estranha, fora de encaixe.
Encenei o corte do meu cordão umbilical e tenho fotos! Meu cordão umbilical feito de cachecol de lã violeta. Doeu. Estava contorcida no chão. Aí me transformei em borboleta.
* * *
Neste momento, o pouco de vida que me resta enquanto borboleta está sendo gasto por observadores que prenderam minhas asas a uma moldura e penduraram na sala deles, tentando digerir as minhas cores. Enquanto isso, estou observando seus enormes olhos, me observando. Também dói uma dor vazia. Acho que estou me esvaziando de vida.
Não é alegre nem divertido ser uma borboleta quanto parece ser bonito. Vivemos pouco, somos cobiçadas, mas não nos querem vivas. Somos emolduradas ou morremos, mas sempre anônimas. Existe um ciclo de vida que se perpetua, a borboleta sofre uma metamorfose. Não é só a perda da pele como acontece com as cobras. É um processo muito maior no qual o organismo muda e, de um ser que se arrasta, passamos a ser voadores, polinizadores.
* * *
Já que não é legal ser borboleta, não quero mais sê-la. Terei poder de alterar esta natureza?
* * *
Me sinto mal, professora, porque ontem, enquanto voava linda pelas notas das músicas na sala, embriagada pelo néctar das plantas e ervas, olhos de caçadores me cobiçavam. E senti o peso do desejo de homens confusos e covardes querendo prender minhas asas às suas molduras! Sinto-me mal por não poder voar livre, longe de olhos e ouvidos. Hoje acho que não posso ser, livremente, fora de julgamentos e enquadramentos sem que isso me traga prejuízos. Não quero me tornar a donzela perdida de ninguém, menos ainda o quadro de borboleta morta, pendurada na parede. Mas sinto que me expondo dessa forma, é exatamente isso o que acontece, quando sou borboleta vestida no corpo de gente. Não me comportei como gente, as consequências também serão desumanas.
* * *
Como posso me perdoar por ter sido tão livre onde não podia?
Não sou a louquinha das pessoas. Desfazer a imagem que emolduraram, também não posso. Eu estava apenas borboleta.
É um trabalho para Hércules não se desrespeitar, conseguir o perdão de mim mesma. Era borboleta, devia ter escondido minhas asas para ninguém suspeitar a respeito. Ainda estaria livre.
sexta-feira, julho 20, 2007
FORTUNA NO MERCADO NEGRO
SE ALGUÉM TIVER OU CONHECER QUEM ESTEJA PASSANDO ADIANTE, FAVOR AVISAR. CASO PARA ESTUDO.
quinta-feira, julho 19, 2007
De pijamas
as botas que usam para trabalhar no esgoto devem ser descartáveis, né? usou, queimou. porque quem ousaria vesti-las mais de uma vez? aliás, quem trabalha com lixo e esgoto precisa de uma parcela de prestígio na sociedade. It's a must. É você quem limpa nossas merdas? Nosso mais sincero muitíssimo obrigado.
Tem gente que leva pra casa o almoço da semana dos caminhões de lixo do que sobra no mercado. Existem pessoas recicladoras das coisas de todos os tipos. Pessoas que transmutam o que não é tão bom em coisas apropriadamente boas. Para essas pessoas, abaixo minha cabeça e tiro meu chapéu, pois não sei como faria o mesmo. mas é porque não é minha função e é a delas.
respeito. espero que me respeitem também.
minha função tem mais a ver com um certo pioneirismo em algumas coisas... eu sou mesmo boa em trazer o novo às pessoas, mesmo que esse novo seja muito, muito velho. talvez eu seja recicladora de filosofias também. talvez seja eu a brisa do novo século que vem sacudir de forma agradável a uns os cabelos do corpo, mas desagradável a outros, pois já num final de tarde de meia estação, posso ser muito fria. mas sensibilizo, para o bem ou para o mal, o estar das pessoas.
cada um tem sua função. acho isso tão bonito.
